Este Blog tem caráter estritamente cultural. Seu propósito nunca foi e nem será o de comercializar o prazer de ouvir música, mas difundi-lo e compartilha-lo, sem resultar em bônus ou benefício financeiro direto, ou indireto para alguém. Sugiro que adquiram os álbuns aqui postados em lojas ou sites especializados, caso eles não estejam fora de catálogo.
SEMPRE COM ATUALIZAÇÕES DIÁRIAS
SENHA/PASSWORD para descompactar os arquivos: EUOSSOMP3 (Em maiúsculo)
Dona Ivone morreu no dia 16 de abril de 2018, em consequência de um quadro de insuficiência cardiorrespiratória após permanecer internada por três dias.
MÚSICAS cd 2: 01. Alguém Me Avisou – Caetano Veloso 02. Andei Para Curimá – Martinho Da Vila 03. Amor Relativo – Diogo Nogueira 04. Preá Comeu – Fundo De Quintal 05. Tendência – Zélia Duncan 06. Liberdade - Xande De Pilares 07. A Sereia Guiomar – Elba Ramalho 08. Dizer Não Pro Adeus – Reinaldo Príncipe Do Pagode 09. Bodas De Ouro - Lu Carvalho 10. Força Da Imaginação – Arlindo Cruz 11. Alvorecer - Áurea Martins 12. Os Cinco Bailes Da História Do Rio - Wilson Das Neves 13. Sonho Meu – Todos os artistas
Neste maravilhoso álbum estão reunidos um time contendo algumas das melhores vozes do Brasil para homenagear o não menos maravilhoso compositor e cantor baiano Dorival Caymmi. Na seleção você vai ouvir e se emocionar com as interpretações de algumas músicas que fizeram a história da MPB. Tem desde a rainha do axéDaniela Mercury à nossa rainha do rock nacionalRita Lee. Seria uma lástima você deixar de ter em sua coleção de MP3s… Então… baixe agora!
No encontro entre Maria Bethânia e Zeca Pagodinho, o samba é o elo que liga Santo Amaro, recôncavo baiano de Maria, a Xerém, quintal sonoro de Zeca. O início desse encontro foi à gravação do CD/DVD “Quintal do Pagodinho”, em 2016. Na ocasião, os dois cantaram “Sonho Meu”, de Dona Ivone Lara e Délcio Carvalho. A partir de então, a ideia de um trabalho conjunto foi ganhando força e se consumou em 2018, com o espetáculo que lotou casas de shows em algumas capitais no início do ano, foi registrado em CD/DVD nos dias 18 e 19 de maio no Citibank Hall/SP. O entrosamento entre Bethânia e Zeca passa, em boa medida, pelo amor e respeito com que os dois grandes intérpretes percorrem as veredas musicais que ligam a Bahia ao Rio de Janeiro. As sonoridades baianas que se espraiam pelo recôncavo – entre aboios, sambas de roda, bata de milho e feijão, folias de reis, chulas – abraçam o samba carioca, neto dos tambores do Congo, curtido nos terreiros, gestado nas esquinas do Estácio de Sá, Oswaldo Cruz e Mangueira, e maturado nos quintais suburbanos.
Maria Bethânia passeia soberana pela vastíssima tradição do cancioneiro do Brasil; de Geraldo Pereira a Noel Rosa, de Chico Buarque a Adelino Moreira, de Torquato Neto a Manezinho de Isaías, das serestas ao samba-enredo, da força ancestral de Dona Ivone Lara ao canto contemporâneo de Adriana Calcanhotto e Leandro Fregonesi. Zeca Pagodinho, craque no samba sincopado, formado nos quintais de Irajá e do Cacique de Ramos e bamba nos desafios do partido alto, é também um excepcional cantor dos sambas de roda baianos de Roque Ferreira e Nelson Rufino.
Dividindo algumas faixas, como a inédita “Amaro Xerém”, composta por Caetano Veloso especialmente para o encontro, e “Chão de estrelas”, a seresta seminal de Silvio Caldas e Orestes Barbosa, ou fazendo seus solos, o que salta da conexão entre Bethânia e Zeca é a incondicional devoção à música brasileira.
MÚSICAS: 01. Verdade / O Que É, O Que É (Ao Vivo - Instrumental) 02. Amaro a Xerém 03. Sonho Meu 04. Você Não Entende Nada / Cotidiano 05. De Santo Amaro a Xerém 06. A Voz do Morro 07. Verdade 08. Lama Nas Ruas 09. Maneiras 10. Não Sou Mais Disso 11. Saudade Louca 12. Vai Vadiar 13. Coração Em Desalinho 14. Samba Pras Moças 15. Ogum / Oração de São Jorge 16. Adalgisa / Falsa Baiana 17. Iluminada 18. Pano Legal / Café Soçaite 19. O X do Problema 20. Ronda 21. Negue 22. Marginália Ii / Estação Derradeira 23. Pertinho de Salvador / Texto / Santo Amaro / Quixabeira 24. Gente Humilde 25. Reconvexo 26. Portela Na Avenida / Lendas e Mistérios da Amazônia / Foi um Rio Que Passou Na Minha vida 27. Jequitibá / A Surdo um / Exaltação À Mangueira / Chico Buarque da Mangueira / Atrás da Verde e Rosa Só Não Vai Quem Já Morreu / Maria Bethânia, a menina dos olhos de Oyá 28. E daí /(Proibição Inútil e Ilegal) 29. Desde que o Samba é Samba 30. Naquela mesa 31. Chão de estrelas 32. Amaro a Xerém 33. Deixa a vida me levar 34. O que é, o que é
Para reunir as músicas do álbum "Natal Bem Brasileiro" foram três anos de pesquisa até se chegar a um set list que traz desde Elba Ramalho no ritmo da sanfona em "Cartão de Natal" (Luiz Gonzaga e Zé Dantas) e Olivia Hime em "Velho Amigo" (Baden e Vinicius), passando por Zezé Motta caindo no samba "Feliz Natal, Papai Noel" (Martinho da Vila), além de Leila Pinheiro e Francis Hime num dueto em "Natal” (um texto de Vinicius de Moraes musicado pelo maestro Francis). Completam o repertório uma canção de Roberto Carlos e Erasmo Carlos "Meu Menino Jesus", na voz de Célia; o carioquíssimo Marcos Sacramento atacando "Véspera de Natal", do ícone paulistano Adoniran Barbosa; outra de Assis Valente (Recadinho de Papai Noel, com Wanderléa), o pioneiro da canção natalina no Brasil; Flávio Venturini em "Ô de Casa" (Sérgio Natureza/ Simone Guimarães); o show time "E nasceu Jesus" (Orlandivo e Roberto Jorge), interpretado pela performática Maria Alcina; e "Feliz Natal", da dupla Armando Cavalcanti Klécius Caldas, na voz de Miúcha. Natal Bem Brasileiro traz ainda a faixa bônus "Poema de Natal", de Vinicius de Moraes, interpretado pelo próprio poetinha com Toquinho ao violão. Um presentão de Natal…Confira!
Em 1980Erasmo Carlos vinha do sucesso do compacto com a trilha sonora do filmeOs Sete Gatinhos, que trazia também "Quero Voltar" - música que Erasmo fez inspirado na anistia que permitiu a volta dos exilados políticos. Nessa mesma época, o produtor Guti fez uma meteórica passagem pela direção artística da gravadora e, de um almoço com Erasmo e com o produtor Jairo Pires, surgiu a ideia de um disco de convidados. Ninguém levava muita fé que tantos nomes de peso pudessem ser reunidos, mas em questão de poucas horas Erasmo apresentou o repertório e os convidados confirmados. Além de colegas dos anos 60 – Wanderléa, Tim Maia, Jorge Ben, Nara Leão e Rita Lee -, o disco trouxe os quatro Doces Bárbaros e ainda o amigo Roberto Carlos (numa raríssima participação especial). Sucesso nacional garantido e um paradigma para projetos semelhantes a partir de então. Não foi à toa que o produto saiu pelo selo "nobre" Philips, mais dedicado a projetos de MPB.
Erasmo Carlos morreu no dia 22 de novembro de 2022 no Rio de Janeiro, após ser internado no dia anterior em um hospital na Barra da Tijuca.
MÚSICAS: 01. Cabide – Part. Luiz Melodia 02. Milhares de Sambas – Part. Roberta Sá 03. Eu que Não Sei Quase Nada do Mar – Part. Maria Bethânia 04. Homens e Mulheres – Part. Angela Ro Ro 05. Mais que a Mim – Part. Maria Gadú 06. Ruas de Outono – Part. Zizi Possi 07. Tá Rindo, É? – Part. Seu Jorge 08. Torpedo – Part. Gilberto Gil 09. 8 Estórias 10. Heroína e Vilã – Part. Antônio Villeroy
Angela Maria, nome artístico de Abelim Maria da Cunha (Macaé, Rio de Janeiro, 13 de maio de 1929 – São Paulo, São Paulo, 29 de setembro de 2018), foi uma cantora e atriz brasileira, expoente da Era do Rádio e considerada dona de uma das melhores vozes da MPB.
O álbum “Amigos”, foi lançado em 1996, e é um dos discos mais bonitos dos últimos vinte anos da carreira de Angela. São duetos com grandes nomes da música brasileira com os clássicos da eterna "Sapoti". O disco começa com “Desabafo”, clássico de Roberto Carlos em um dueto inédito: Arrasador e arrepiante. Bom, o que falar de um disco onde estão os maiores, juntos à maior voz feminina que o Brasil já teve em toda sua história? O disco rendeu especial para a Rede Globo e rendeu mais ainda: o reconhecimento tardio da mídia para seu trabalho feito com muita dedicação e admiração por parte de todos os astros da música brasileira! Uma perfeita obra de arte.
Angela Maria morreu em São Paulo no dia 29 de setembro de 2018, aos 89 anos, em decorrência de uma infecção generalizada e uma parada cardíaca.
Este é um álbum duplo, projeto independente realizado pelo Banco do Brasil em 1987. Uma iniciativa de apoio ao Programa de Aleitamento Materno. Um belíssimo disco, onde participam 33 intérpretes e 80 músicos. Um encontro entre artistas de diferentes gravadoras, que só mesmo uma instituição financeira do porte do BB poderia conseguir. E o detalhe mais importante, este disco não traz compilações e sim regravações. São novas interpretações e exclusivas. A criação do projeto é de Ricardo Cravo Albin, que também cuidou dos textos e direção geral. Os arranjos e regências foram do Maestro Orlando Silveira. O conjunto Época de Ouro participa em quase todos os momentos fazendo as bases. “Há sempre um nome de mulher” é um disco dividido em blocos, apresentando os diferentes tipos de mulheres cantadas e eternizadas na Música Popular Brasileira. Temos aqui uma série de clássicos onde a mulher é o ponto principal. O disco tem uma sequência em que mal se percebe as mudança de faixas. As músicas e artistas se revezam a cada instante, lembrando bem um ‘pot pourri’. Um grande feito!
“(O Vento Lá Fora)” é um retrato do poeta Fernando Pessoa criado a partir da leitura de seus poemas pela professora Cleonice Berardinelli, 98 anos, imortal da Academia Brasileira de Letras, reconhecida como a maior especialista em Fernando Pessoa no Brasil, e pela cantora Maria Bethânia, que ao longo de quase 50 anos de carreira popularizou a obra do poeta em shows e discos. Apresentada ao público uma única vez, na FLIP 2013, a leitura foi filmada no estúdio da Biscoito Fino durante dois dias pelo diretor Marcio Debellian. No primeiro, as duas gravaram um CD com a leitura completa (este que aqui está). No segundo, realizaram a leitura para uma pequena plateia de convidados. O roteiro do filme se constitui pela costura dos poemas com conversas sobre a obra do Pessoa, ressaltando aspectos da personalidade de seus heterônimos Alberto Caeiro, Álvaro de Campos e Ricardo Reis. O clima de intimidade e o humor na interação entre Cleonice e Bethânia ajudam a pontuar o ritmo e a fluidez do roteiro, que também se apropriou de trechos da carta na qual o próprio Pessoa explica a gênese de seus heterônimos ao poetaportuguês Adolfo Casais Monteiro. O documentário foi filmado em preto e branco e tem duração de 64 minutos, com trilha musical que traz Nelson Freire (executando Liszt e Schumann), composições de Egberto Gismonti executadas em flauta e violino, e uma pequena participação da própria Maria Bethânia ao piano. Trata-se de um filme de duas amantes da obra do poeta, que entusiasma pelo encantamento com que declamam, conversam e revelam a sua “intimidade” com o autor. “O vento lá fora” foi lançado em CD e DVD pelo selo Quitanda da Biscoito Fino. Uma obra de arte para amantes da poesia. Baixe agora.
OBRAS: 01. Dois Excertos De Odes (Ode À Noite) - Álvaro De Campos 02. Abdicação – Fernando Pessoa 03. Onde Pus A Esperança... – Fernando Pessoa 04. Leve, Breve, Suave – Fernando Pessoa 05. Pobre Velha Música – Fernando Pessoa 06. Sol Nulo Dos Dias Vãos – Fernando Pessoa 07. Natal...Na Província Neva – Fernando Pessoa 08. Furia Na Noite O Vento – Fernando Pessoa 09. O Que Me Dói... – Fernando Pessoa 10. Tudo Que Faço Ou Medito – Fernando Pessoa 11. Tenho Tanto Sentimento – Fernando Pessoa 12. Conselho – Fernando Pessoa 13. Autopsicografia – Fernando Pessoa 14. Isto – Fernando Pessoa 15. Eros E Psique – Fernando Pessoa 16. O Rei – Fernando Pessoa 17. O Infante – Fernando Pessoa 18. O Monstrengo – Fernando Pessoa 19. Prece – Fernando Pessoa 20. O Guardador De Rebanhos: Poema IX – Alberto Caeiro 21. O Guardador De Rebanhos: Poema X – Alberto Caeiro 22. O Pastor Amoroso – Alberto Caeiro 23. O Amor É Uma Companhia – Alberto Caeiro 24. Se Depois De Eu Morrer... – Alberto Caeiro 25. É Talvez O Último Dia Da Minha Vida –Alberto Caeiro 26. Ponho Na Altiva Mente O Fixo Esforço – Ricardo Reis 27. Já Sobre A Fronte Vã Se Me Acinzenta – Ricardo Reis 28. Mestre, São Plácidas – Ricardo Reis 29. Coroai-Me De Rosas // Quer Pouco: Terá Tudo – Ricardo Reis 30. Não Só Quem Nos Odeia Ou Nos Inveja – Ricardo Reis 31. Barrow-On-Furness – Álvaro De Campos 32. Aniversário – Álvaro De Campos 33. Esta Velha Angústia – Álvaro De Campos 34. Depus A Máscara E Vi-Me Ao Espelho – Álvaro De Campos 35. Na Ampla Sala De Jantar Das Tias Velhas – Álvaro De Campos 36. Todas As Cartas De Amor São Ridículas – Álvaro De Campos 37. Poema Em Linha Reta – Álvaro De Campos 38. Fiz De Mim O Que Não
Ary Evangelista Barroso (Ubá, 7 de novembro de 1903 — Rio de Janeiro, 9 de fevereiro de 1964) foi um compositor brasileiro de música popular. Ficou famoso por seus sambas, sendo conhecido como autor de Aquarela do Brasil, considerada uma expressão dos chamados “samba-exaltação”, foi também indicado ao Oscar de melhor canção original com a música Rio de Janeiro do filme Brasil (1944).
Dorival Caymmi (Salvador, 30 de abril de 1914 – Rio de Janeiro, 16 de agosto de 2008) foi um cantor, compositor, instrumentista, poeta, pintor e ator brasileiro. Compôs inspirado pelos hábitos, costumes e as tradições do povo baiano. Tendo como forte influência a música negra, desenvolveu um estilo pessoal de compor e cantar, demonstrando espontaneidade nos versos, sensualidade e riqueza melódica. Poeta popular, compôs obras como Saudade da Bahia, Samba da minha Terra, Doralice, Marina, Modinha para Gabriela, Maracangalha, Saudade de Itapuã, O Dengo que a Nega Tem, A Lenda do Abaeté e Rosa Morena.
Faleceu em 16 de agosto de 2008, aos 94 anos, em casa, às seis horas da manhã, por conta de insuficiência renal e falência múltipla dos órgãos, em consequência de um câncer renal que possuía havia nove anos.
Angenor de Oliveira, mais conhecido como Cartola (Rio de Janeiro, 11 de outubro de 1908 — Rio de Janeiro, 30 de novembro de 1980), foi um cantor, compositor, poeta e violonista brasileiro. Considerado por diversos músicos e críticos como o maior sambista da história da música brasileira. Junto com um grupo de amigos sambistas do morro, Cartola criou o Bloco dos Arengueiros, cujo núcleo em 1928 fundou a Estação Primeira de Mangueira. Na Mangueira, conheceu e fez amizade com Carlos Cachaça e outros bambas, e se iniciaria no mundo da boêmia, da malandragem e do samba. Em 1974, aos 66 anos, Cartola gravou o primeiro de seus quatro discos-solo e sua carreira tomou impulso com clássicos instantâneos como "As Rosas não Falam", "O Mundo É um Moinho", "Acontece", "O Sol Nascerá" (com Elton Medeiros), "Quem Me Vê Sorrindo" (com Carlos Cachaça), "Cordas de Aço", "Alvorada" e "Alegria". No final da década de 1970, mudou-se da Mangueira para uma casa em Jacarepaguá, onde morou até a morte, em 1980.
Noel de Medeiros Rosa (Rio de Janeiro, 11 de dezembro de 1910 — Rio de Janeiro, 4 de maio de 1937) foi um sambista, cantor, compositor, bandolinista, violonista brasileiro e um dos maiores e mais importantes artistas da música no Brasil. Teve contribuição fundamental na legitimação do samba entre a classe média - fato de grande importância, não só para o samba, mas para a história da música popular brasileira. Morto prematuramente aos 26 anos por decorrência da tuberculose, deixou um conjunto de canções que tornaram-se clássicas dentro do cancioneiro popular brasileiro. Em 2016 foi agraciado in memoriam com a Ordem do Mérito Cultural do Brasil, na classe de grão-mestre.
Lupicínio Rodrigues (Porto Alegre, 16 de setembro de 1914 — Porto Alegre, 27 de agosto de 1974) foi um cantor e compositor brasileiro. Lupi, como era chamado desde pequeno, compôs marchinhas de carnaval e sambas-canção, músicas que expressam muito sentimento, principalmente a melancolia por um amor perdido. Lupicínio buscou em sua própria vida a inspiração para suas canções, onde a traição e o amor andavam sempre juntos. Torcedor do Grêmio, compôs o hino tricolor, em 1953. Deixou centenas de canções gravadas por grandes vozes da música brasileira. Aqui estão algumas delas.